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Sobre nós

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Fundada em 2016, na cidade de Anápolis (GO), a Companhia de Teatro PNEUMA é um grupo dedicado à criação, pesquisa e difusão das artes da cena. O grupo é conduzido por Mar Dias Rosa e Walace Oliveira, artistas que articulam seus processos em diálogo e parcerias com outres profissionais, ampliando as possibilidades estéticas e colaborativas da companhia.

Ao longo de sua trajetória, a PNEUMA construiu um repertório composto por quatro espetáculos que transitam entre diferentes linguagens: duas montagens de caráter dramático, uma criação em teatro lambe-lambe e uma farsa de estética absurda. Integram esse percurso as obras Meia Xícara e Só, de Mar Dias Rosa; Um Belo e Inesquecível Papo de Fim de Tarde, de Everton Augusto; O Mundo Após o Parto, de Izabela Nascente; e A Farsa do Silenciador, de Mar Dias Rosa.

Mais do que a produção de espetáculos, a companhia estrutura sua atuação em três eixos de pesquisa: dramaturgia, história do teatro goiano e acessibilidade cultural. Esses campos orientam tanto os processos criativos quanto as ações formativas e de circulação, reafirmando o compromisso da PNEUMA com um teatro crítico, investigativo e acessível.

Gestoras

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Mar Dias Rosa

Mar Dias Rosa é graduada em Teatro Licenciatura (UFG), com especialização em Arteterapia e Libras (Faceminas), e mestra em Artes da Cena (UFG). Trabalha com Educação, Teatro, Cinema e Acessibilidade. É professora de Arte efetiva do Estado de Goiás , gestora e artista da Companhia de Teatro Pneuma e dramaturga.

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Walace Oliveira

Walace Oliveira é licenciada em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Goiás (UFG) e atualmente cursa o Bacharelado em Produção Cultural pelo Instituto Federal de Goiás (IFG). Atua como Arte-Educadora no Centro de Estudo e Pesquisa Ciranda da Arte e é integrante da Companhia de Teatro PNEUMA, onde desenvolve pesquisas e práticas nas áreas do teatro goiano, da criação cênica, direção, teatro de formas animadas, gestão do grupo e produção cultural.

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Projetos

Meia xícara e Só (2022)

por Mar Dias Rosa

O Solo Meia Xícara e Só apresenta a vida de uma suposta telefonista, mas na verdade, ela só adora atender telefonemas, porque é o momento em que ela é respeitada na sua identidade de gênero. A dramaturgia aborda transgeneridades, compulsividade e desafeto pela personagem, que elucubra possibilidades paralelas de existências por meio de xícaras que a ajudam a compreender com e sobre suas relações em uma sociedade ciscentrada.

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Um belo e inesquecível papo de fim de tarde (2023)

por Everton Augusto

Anápolis, início da década de 1970. Um ato institucional da ditadura militar brasileira, para controle de uma pandemia devastadora, instaura o isolamento compulsório, com penas drásticas para seu descumprimento. Por razões alheias às suas vontades, duas famílias de classe alta, com histórias entrelaçadas, são obrigadas a se manterem retidas em uma única residência, cumprindo as ordens do governo. Nela se encontram um ético juiz de direito (Alberto), uma esposa exemplar (Samanta), um filho ideal (Ulisses), uma ingênua e amada em pregada (Cassiana), em um belo e inesquecível papo de fim de tarde com o médico mais influente e honesto do país (Matias) e sua adorável esposa (Rodogéria). A harmonia inicial é comprometida, em razão de uma inesperada escassez de comida, fato condutor do espetáculo, que mescla momentos levemente cômicos e outros de extrema tensão, com nexos temporais e o enfoque na fragilidade humana, perante um jogo em que a vitória é a sobrevivência.

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O mundo após o parto (2023)

por Izabela Nascente

O espetáculo 'O Mundo Após o Parto' é uma cativante trilogia teatral que relata a vida de uma protagonista destemida, uma senhora que não leva desaforo para casa. Desde a queda de seu umbigo até o dia mais significativo de sua vida, que manteve durante muito tempo em segredo , até  quando compartilha seu relato com a sogra de sua filha. Babi, uma livre inspiração baseada na figura iluminada, autêntica e simples de Anápolis, Dona Baby, uma mulher encantadora, habilidosa na arte de contar e cantar histórias.

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A farsa do silenciador (2024)

por Mar Dias Rosa

A farsa do silenciador apresenta um universo de bruxaria rural, com personagens capazes de aparecer ou sumir em um estalo. A história é conduzida por viajante que tem como lema continuar a sua caminhada, sempre. A peça é uma farsa absurda em que as mulheridades e não binariedades evocam símbolos que nos instigam a questionar qual ou como seria seu silenciador. A plateia é convidada a aguçar seus sentidos e viajar.

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Pesquisas Acadêmicas

CONTATO

Mar Dias Rosa

Telefone: (62) 99153-4000

Wallace Oliveira

Telefone: (62) 99445-4694

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